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Água: representante da Cedae chamado a dar esclarecimentos



Foi aprovada nesta quarta-feira (20) proposição de Luiz Matos (Republicanos) à Mesa Diretora para que a Câmara de Macaé chame um representante da Cedae à Casa, a fim de esclarecer problemas nos serviços.

“Temos a informação de que a companhia dispõe de R$ 150 milhões para investir na cidade, mas não vemos melhorias. Perguntamos isso por meio de requerimento, em junho do ano passado, e não tivemos resposta”, disse o parlamentar.

O presidente Cesinha (Solidariedade) apoiou. “Vai ser importante para confirmar essa informação, se esse valor está ou não nos cofres da empresa”. Cesinha disse ser favorável a municipalizar os serviços, já que a prefeitura dispõe de estrutura e profissionais. Ele afirmou ainda que não concorda com a privatização. “Também não sou contra continuar com a Cedae, mas precisamos de outro contrato”.

O líder do governo Luciano Diniz (Cidadania), que é funcionário da Cedae, isentou os servidores e explicou porque os valores, na verdade, de R$ 270 milhões, não são aplicados. “Eles executam seu trabalho de manutenção com brilhantismo. O problema é que o contrato caducou e um novo não pode ser feito sem licitação”. Ele concordou com Cesinha sobre a privatização. “Nas mãos do setor privado, o interesse social não é garantido”.

Mais de R$ 5 milhões de arrecadação

Segundo Luciano, das 92 cidades do Rio de Janeiro, apenas 15 continuam com a companhia. “Macaé é rentável e gera arrecadação de R$ 5 milhões a R$ 6 milhões, mas não são investidos aqui. São distribuídos no restante do estado”. O líder disse que o gerente local da Cedae, André Oliveira, virá solicitamente ao Legislativo para atender ao requerimento.

Amaro Luiz (PRTB) responsabilizou a gestão passada do município pela precariedade do abastecimento no Lagomar. “Havia o acordo de a prefeitura realizar obras necessárias antes de a Cedae implantar os dutos, mas o governo não fez a sua parte”.


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